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Jerónimo de Sousa defende “pequeno” aumento do défice para pagar reforma florestal. Demite-se o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Marcelo continua périplo pelas áreas devastadas pelos incêndios de domingo. Governo e PSOE de acordo sobre eleições antecipadas na Catalunha. Quase dois terços dos refugiados Rohingya são crianças. alerta a UNICEF.
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Aumentar rendimentos ou reformar a floresta? Dicotomia errada, diz Jerónimo na Antena1
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O secretário-geral do PCP conclui que o Governo “ ficou mal na fotografia e subestimou a situação” nos funestos incêndios de junho e do fim de semana passado, mas não está disposto a abdicar da reposição de direitos e rendimentos aos trabalhadores em benefício da reforma florestal. O dinheiro já existe, garante Jerónimo de Sousa à Antena1, sugerindo que essa medida seja paga com uma pequena parte do “ excedente de 5 mil milhões de euros que o Governo vai ser tentado a atirar para o poço sem fundo do défice e dos juros da dívida“.
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Mais uma demissão
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O presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil pediu a demissão com efeitos imediatos, apurou a RTP. O coronel Joaquim Leitão, considerado próximo de António Costa, tem sido apontado como um dos principais responsáveis pelo deficiente combate aos incêndios deste verão e ocupou o cargo durante cerca de um ano. O Sexta às 9 desenvolve esta matéria mais logo, na RTP1, a seguir ao Telejornal.
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Madrid decide futuro da Catalunha
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Governo e PSOE, o principal partido da oposição, estão de acordo quanto à realização de eleições antecipadas na Catalunha em janeiro, foi anunciado esta manhã pelos socialistas espanhóis. Será esse o objetivo principal da aplicação do agora famoso artigo 155.º da Constituição Espanhola, que suspende a autonomia de uma região e dá plenos poderes ao Governo central. Amanhã, Mariano Rajoy preside a um Conselho de Ministros extraordinário, em que serão aprovadas as medidas relacionadas com o processo de suspensão da autonomia catalã.
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"O Inferno naTerra"
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Quase dois terços dos cerca de 600 mil refugiados Rohingya que sobrevivem em condições precárias no Bangladesh são crianças que sofrem de desnutrição e estão expostas a doenças infeciosas e a ameaças à integridade física e moral, alerta a UNICEF.
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O assassino silencioso
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A poluição ambiental mata mais pessoas anualmente que todas as guerras e violência no mundo, tabaco, fome, desastres naturais, SIDA, tuberculose e malária, concluiu um estudo norte-americano publicado na revista científica The Lancet. Trata-se do primeiro trabalho objetivamente dedicado à recolha de dados sobre doenças e mortes causadas por todas as formas de poluição combinadas, do ar à água contaminada.
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