sexta-feira, 10 de março de 2023

RÍUSSIA FAZ UM DOS MAIORES ATAQUES À UCRÂNIA - 10 DE MARÇO DE 2023

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DIA MUNDIAL DO RIM - 10 DE MARÇO DE 2023

 

Rim

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Rim
Gray1122.png
Os dois rins vistos através de uma secção dorsal
Latimren
Graypág.1215
Vascularizaçãoartéria renal
Drenagem venosaveia renal
Inervaçãoplexo renal
MeSHKidney

rim (lat. rengrc. νεφρός) é cada um dos dois órgãos excretores, em forma de feijão, tendo no ser humano, aproximadamente 11 cm de comprimento, 5 cm de largura e 3 cm de espessura. É o principal órgão do sistema excretor e osmoregulador dos vertebrados. Os rins filtram produtos do metabolismo presentes na corrente sanguínea, e os excretam, com água, na urina; a urina sai dos rins através dos ureteres, para a bexiga.[1]

Anatomia

Localização

Em humanos, os rins estão localizados na região posterior do abdómen, atrás do peritónio, motivo pelo qual são chamados de órgãos retroperitoneais. Existe um rim em cada lado da coluna; o direito encontra-se logo abaixo do fígado e o esquerdo abaixo do baço. Em cima de cada rim encontramos a glândula suprarrenal.

Os rins estão, aproximadamente no mesmo nível que as vértebras T12 a L4, sendo que o rim direito localiza-se um pouco mais inferiormente que o esquerdo. O polo superior de cada rim está encostado na décima primeira e décima segunda costelas e ambos encontram-se envoltos por um coxim de gordura, com finalidade de proteção mecânica.

Os rins são duas glândulas da cor vermelha escura colocadas simetricamente ao lado da coluna vertebral, na região lombar. Medem 10 cm de largura e pesam cerca de 150 g cada um. O peritónio, membrana serosa que cobre a superfície superior do abdómen, prende-os fortemente contra a parede abdominal. A extremidade superior de cada rim é coberta por uma glândula edócrina, a glândula suprarrenal.

Anatomia macroscópica

No adulto o rim tem cerca de 11 a 13 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura, 2,5 a 3 cm de espessura, com aproximadamente 125 a 170 gramas no homem e 115 a 155 gramas na mulher.

Cada rim possui a forma de um grão de feijão com duas faces (anterior e posterior), duas bordas (medial e lateral) e dois polos ou extremidades (superior e inferior). Na borda medial encontra-se o hilo, por onde passam o ureter, artéria e veia renal, linfáticos e nervos. Os rins estão envolvidos em toda sua superfície por um tecido fibroso fino chamado cápsula renal. Ao redor do rim existe um acúmulo de tecido adiposo chamado gordura perirrenal, que por sua vez está envolvida por uma condensação de tecido conjuntivo, representando a fáscia de Gerota ou fáscia renal.

Ao corte frontal, que divide o rim em duas partes, é possível reconhecer o córtex renal, uma camada mais externa e pálida, e a medula renal, uma camada mais interna e escura. O córtex emite projeções para a medula denominadas colunas renais, que separam porções cônicas da medula chamadas pirâmides.

As pirâmides têm bases voltadas para o córtex e ápices voltados para a medula, sendo que seus ápices são denominados papilas renais. É na papila que desembocam os ductos coletores pelos quais a urina escoa atingindo a pelve renal e o ureter. A pelve é a extremidade dilatada do ureter e está dividida em dois ou três tubos chamados cálices maiores, os quais subdividem-se em um número variado de cálices menores. Cada cálice menor apresenta um encaixe em forma de taça com a papila renal.

Vascularização

Os rins são supridos pela artéria renal, que se origina da aorta. A artéria renal divide-se no hilo em um ramo anterior e um ramo posterior. Estes, dividem-se em várias artérias segmentares que irão irrigar vários segmentos do rim. Essas artérias, por sua vez, dão origem às artérias interlobares, que na junção cortico-medular dividem-se para formar as artérias arqueadas e posteriormente as artérias interlobulares. Dessas artérias surgem as arteríolas aferentes, as quais sofrem divisão formando os capilares dos glomérulos, que em seguida, confluem-se para formar a arteríola eferente. A arteríola eferente dá origem aos capilares peritubulares a às arteríolas retas, responsáveis pelo suprimento arterial da medula renal.

A drenagem venosa costuma seguir paralelamente o trajeto do sistema arterial. O sangue do córtex drena para as veias arqueadas e destas para as veias interlobares, segmentares, veia renal e finalmente veia cava inferior.

No córtex há numerosos linfáticos que drenam para a cápsula ou junção córtico-medular. Na medula, os linfáticos correm do ápice das pirâmides para a junção córtico-medular, onde formam linfáticos arqueados que acompanham os vasos sanguíneos até o hilo para drenar em linfonodos para-aórticos.

Inervação

As fibras simpáticas alcançam o rim através do plexo celíaco. Essas fibras envolvem e seguem os vasos arteriais através do córtex e medula. As fibras para a sensibilidade dolorosa alcançam a medula espinhal pelos nervos esplânicos ou pelas raízes dorsais dos nervos espinhais de T12 a L2.

Anatomia microscópica

Cada rim é formado por cerca de 1 milhão de pequenas estruturas chamadas néfron. Cada néfron é capaz de eliminar resíduos do metabolismo do sangue, manter o equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico do corpo humano, controlar a quantidade de líquidos no organismo, regular a pressão arterial e secretar hormônios, além de produzir a urina.[1] Por esse motivo dizemos que o néfron é a unidade funcional do rim, pois apenas um néfron é capaz de realizar todas as funções renais.

O néfron é formado pela cápsula de Bowman, pelo glomérulotúbulo contorcido proximalalça de Henletúbulo contorcido distal e túbulo coletorarteríolas aferente e eferentecapilares peritubulares.[1]

Funções dos rins

Além de excretar substâncias tóxicas, os rins também desempenham muitas outras funções. Abaixo estão listadas as principais funções renais:

Fisiologia

Rins de um mamífero após a técnica de vinilite e corrosão. Em exposição no MAV/USP.
Ver artigo principal: Fisiologia renal

Inicialmente o sangue vem por um vaso chamado arteríola aferente passa pelo glomérulo e sai pela arteríola eferente. O sangue é filtrado ao passar pelo glomérulo num processo chamado filtração glomerular.[1] A quantidade de líquido que passa do glomérulo para a cápsula de Bowman (conhecido como filtrado glomerular) é muito grande, cerca de 170 litros por dia, sendo 99% desse total reabsorvidos pelos túbulos renais, resultando em aproximadamente 1,7 a 2 litros de urina por dia.

O mecanismo de passagem do líquido e sua composição é devido ao equilíbrio entre as forças que tendem a manter o líquido nos vasos e as que tendem a expulsá-lo (Forças de Starling). Os dois principais fatores são a pressão hidrostática, que favorece a passagem de líquido do sangue para a cápsula de Bowman, e a pressão osmótica, que impede a saída de líquidos do sangue.

Após ser produzido pelo glomérulo, o filtrado glomerular segue para os túbulos renais onde será processado para dar origem à urina. Em cada segmento dos túbulos renais, ocorrem movimentos ativos (com gasto de energia) e passivos (sem gasto de energia) para a reabsorção de água e eletrólitos. Algumas substâncias, como eletrólitos e medicamentos, são secretadas do sangue para o filtrado glomerular pelos túbulos renais. O líquido final resultante do processamento tubular é a urina.

Os rins atuam na manutenção do equilíbrio ácido-básico, regulam a concentração de bicarbonato (HCO3), o qual possui a função de tamponamento, excretando íons de hidrogênio e regulam a produção de eritrócitos, através da secreção de eritropoetina, um hormônio que estimula a síntese de eritrócitos, na regulação do volume sanguíneo, na regulação da pressão arterial, no PH do sangue e no nível de glicose do sangue.[1]

Patologia endócrina renal

Deficiência Eritropoetina (EPO)

Os rins são os principais produtores de eritropoetina (juntamente com o fígado). Uma insuficiência renal crônica leva, geralmente, a uma deficiência de EPO. Esta citocinina controla a eritropoiese, produção de eritrócitos. Quando a sua concentração é baixa, a produção é comprometida e há uma anemia hipoplásica porque há uma diminuição do número de eritrócitos.

Hiperaldosteronismo

Hiperaldosteronismo primário é caracterizado pelo excesso de produção de aldosterona pela suprarrenal. Leva a hipertensão arterial associada a hipocaliémia, esta é normalmente uma pista para o diagnóstico. A síndrome de Conn é um exemplo desta patologia, em que há um processo neoplásico (adenoma) produtor de aldosterona, localizado na suprarrenal.

Hiperaldosteronismo secundário é caracterizado pela grande actividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona e que leva à produção de grande quantidade de aldostero.

A consequência mais grave do hiperaldosteronismo é a hipertensão arterial, que embora possa passar despercebida ocasionalmente, noutros casos é evidenciada por sintomas característicos: dor de cabeça, palpitações, náuseas e tonturas. Caso a hipertensão seja muito intensa e não seja corrigida com o tratamento adequado, pode provocar, a longo prazo, insuficiência cardíaca e acidentes vasculares cerebrais. Como a aldosterona promove a eliminação de potássio através da urina, é igualmente frequente o aparecimento de sintomas que indicam uma redução da concentração de potássio no sangue, sobretudo alterações neurológicas, bem como parestesia (formigamentos), debilidade muscular e paralisia.

Dependendo da causa e outros factores, o hiperaldosteronismo pode ser tratado cirurgicamente e/ou medicamente por antagonistas de aldosterona.

Hipoaldosteronismo

Consiste na diminuição na concentração de aldosterona. Esta pode ser devida a diversas causas, nomeadamente à diminuição da sua produção. O tratamento depende da sua etiologia, sendo prescritos substituintes diretos das hormonas em défice.

Referências

  1. ↑ Ir para:a b c d e f g h i j Koeppen, Bruce M.; Stanton, Bruce A. (2009). Berne & Levy - Fisiologia 6a ed. Rio de Janeiro: Elsevier. ISBN 978-85-352-3057-4OCLC 889254065

HINO NACIONAL "A PORTUGUESA" É EXECUTADO PELA PRIMEIRA VEZ EM 1890 - 10 DE MARÇO DE 2023

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:A_Portuguesa.ogg


https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Portuguesa#:~:text=de%20jure)-,1%3A11,-A%20Portuguesa%2C%20que


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A Portuguesa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Portuguesa

Hino Nacional Portugal Portugal
LetraHenrique Lopes de Mendonça1890
ComposiçãoAlfredo Keil1890
Adotado5 de Outubro de 1910 (de facto)
19 de Julho de 1911 (de jure)
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A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico que defendia o abandono das posições portuguesas em África no território compreendido entre as colónias de Moçambique e Angola, incluídos no denominado "Mapa cor-de-rosa".[1] A letra foi escrita por Henrique Lopes de Mendonça, e a música foi composta por Alfredo Keil em 1890. A "Portuguesa" veio a transformar-se em hino no ano de 1911.[2]

História

Em Portugal, a reação popular contra os ingleses e contra o governo português, manifestou-se de várias formas. "A Portuguesa" foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. Aliás, em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado que pretendia implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional,[3] o que aconteceu, efectivamente, quando, após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, a Assembleia Nacional Constituinte a consagrou como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911.[4][5]

Diz-se que A Portuguesa originalmente tinha uma letra um tanto ou quanto diferente (mesmo a música foi sofrendo algumas alterações) — costuma dizer-se que onde hoje se diz "contra os canhões", dizia-se "contra os bretões", ou seja, os britânicos, embora de acordo com Rui Ramos a versão original tenha sido sempre a primeira, sendo que a segunda surgiu de patriotas pós-1890. Com a República, A Portuguesa veio substituir o Hymno da Carta, então o hino nacional desde Maio de 1834.[6]

O que sabemos de fonte certa é que nos exemplares impressos em 1890 — ano da composição do hino — em que pelo menos um integra o acervo da Biblioteca Nacional, proveniente da Colecção Ivo Cruz — consta "contra os canhões".[7] A revista O Occidente – Revista Illustrada de Portugal e do Extrangeiro, de 21 de Março de 1890 (ou seja, publicada pouco depois da composição do hino), contém em suplemento A Portuguesa, com o texto “contra os canhões”.[8] Diz-se nessa revista que até à data da sua publicação já tinham sido impressos 22 000 exemplares de A Portuguesa, gratuitamente distribuídos. Uma partitura manuscrita ainda do período monárquico, do acervo da Biblioteca Nacional, com a referência também manuscrita de que as bandas regimentais não podiam executar a marcha por ser conhecida como hino republicano desde os acontecimentos de 31 de Janeiro de 1891, contém igualmente no refrão "contra os canhões".[9] Nos diversos exemplares conhecidos das primeiras edições publicadas a expensas dos autores e amigos encontramos "contra os canhões". Logo no dia 29 de Março de 1890, "A Portuguesa" foi executada no Teatro de S. Carlos em versão grandiosa e operática para soprano, orquestra e fanfarra, na tonalidade de Sol Maior. Pelo seu interesse para a memória histórica, esta versão de Alfredo Keil, designada de “versão Histórica”, foi, por ocasião do centenário da República, gravada em CD, dela constando três estrofes (ou três partes, cada uma composta de duas quadras e refrão), com repetição da primeira. Também na gravação da "versão Histórica" encontramos "contra os canhões".[10][11]

Em 1956, existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.[12]

O poema original é composto por três partes, cada uma delas com duas quadras (estrofes de quatro versos), seguidas do refrão, uma sextilha (estrofe de seis versos). É de salientar que, das três partes do poema apenas a primeira parte foi oficializada como o Hino Nacional Português, sendo usado em cerimónias oficiais, sendo as outras duas partes praticamente desconhecidas já que não constam na versão oficial do Hino Nacional.

A Portuguesa é executada oficialmente em cerimónias nacionais, civis e militares, onde é prestada homenagem à Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República. Do mesmo modo, em cerimónias oficiais no território português por recepção de chefes de Estado estrangeiros, a sua execução é obrigatória depois de ouvido o hino do país representado.

Foi designada como um dos símbolos nacionais de Portugal na constituição de 1976, constando no artigo 11.°, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa (Símbolos nacionais e língua oficial):

"2. O Hino Nacional é A Portuguesa."

Letra

Referências

  1.  Negócios Estrangeiros, Ministro e Secretário de Estados dos Negócios Estrangeiros (1890). Negócios externos: documentos apresentados ás Cortes na sessão legislativa de 1890 pelo Ministro e Secretario d'Estado dos Negócios Estrangeiros: Negócios da Africa oriental e central: correspondencia com a Inglaterra e documentos correlativos até 13 de Janeiro de 1890. Lisboa: Imprensa Nacional. p. 198-199
  2.  Nunes, João Andrade (Junho de 2020). «Três Hinos Nacionais. Três formas de cantar a Pátria.». Revista da Armada
  3.  «Hino Nacional». Página oficial da Presidência da República Portuguesa. 2010. Consultado em 26 de setembro de 2010
  4.  «Diário da Assembleia Nacional Constituinte - 1911». Assembleia da República. Consultado em 31 de agosto de 2010. Arquivado do original em 20 de maio de 2009
  5.  «Decreto da Assembleia Nacional Constituinte de 19 de Junho» (PDF). Página oficial da Presidência da República Portuguesa. 19 de junho de 1911. Consultado em 26 de setembro de 2010Cópia arquivada (PDF) em 25 de maio de 2010
  6. ↑ Ir para:a b c d Ramos, Rui (2010). O Cidadão Keil 1.ª ed. Alfragide: Publicações Dom QuixoteISBN 978-972-20-4377-9A música foi mesmo adaptada a letras mais combativas do que a de Lopes de Mendonça, o que deve ser responsável pela lenda, ainda corrente, de que a estrofe «contra os Canhões» teria sido originalmente «contra os Bretões» (o que não é verdade).
  7.  ««A »Portugueza: marcha, 1890] - Biblioteca Nacional Digital»purl.pt. Consultado em 21 de setembro de 2021
  8.  «O Occidente – Revista Illustrada de Portugal e do Extrangeiro» (PDF)Hemeroteca Digital. 21 de março de 1890. Consultado em 21 de setembro de 2021
  9.  ««A »Portugueza, «[ca »1900] - Biblioteca Nacional Digital»purl.pt. Consultado em 21 de setembro de 2021
  10.  «a portuguesa alfredo keil henrique lopes de mendonca hino nacional da republica portuguesa»TNSC Teatro Nacional de São Carlos. Consultado em 21 de setembro de 2021
  11.  Nunes, João Andrade (2020). 3 Hinos Nacionais. 3 Formas de cantar a Pátria. Lisboa: Revista da Armada. p. 553
  12.  «Resolução do Conselho de Ministros» (PDF). Diário da República. 4 de setembro de 1957. Consultado em 31 de agosto de 2010Cópia arquivada (PDF) em 27 de dezembro de 2008
  13.  O texto apresentado está escrito em português do século XIX.

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