domingo, 26 de maio de 2024

ALVITO - MUNICIPIO E VILA PORTUGUESA - FERIADO - 26 DE MAIO DE 2024

 

Alvito

 Nota: Para outros significados, veja Alvito (desambiguação).
Alvito

Castelo e Pelourinho de Alvito
Brasão de AlvitoBandeira de Alvito
Localização de Alvito
GentílicoAlvitense
Área264,85 km²
População2 282 hab. (2021)
Densidade populacional8,6  hab./km²
N.º de freguesias2
Presidente da
câmara municipal
José Efigénio (PS, 2021-2025)
Fundação do município
(ou foral)
1280
Região (NUTS II)Alentejo
Sub-região (NUTS III)Baixo Alentejo
DistritoBeja
ProvínciaBaixo Alentejo
OragoNossa Senhora da Assunção
Feriado municipalQuinta-feira de Ascensão
Código postal7920
Sítio oficialcm-alvito.pt

geral@cm-alvito.pt

Município de Portugal 

Alvito é uma vila portuguesa pertencente ao distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com 1196 habitantes (Censos 2021).[1]

É sede do Município de Alvito que tem 264,85 km² de área[2] e 2 280 habitantes (2021),[1][3] subdividido em 2 freguesias.[4] O município é limitado a norte pelo município de Viana do Alentejo, a este por Cuba, a sul e oeste por Ferreira do Alentejo e a oeste por Alcácer do Sal.

O nome Alvito provém de Olivetto, que significa olival, facto comprovado pelas oliveiras milenares que se encontram no município.

Freguesias

Freguesias do município de Alvito.
O município de Alvito está dividido em 2 freguesias:

História

Castelo de Alvito e respetivas muralhas.

Pré-história e época romana

O território correspondente ao concelho de Alvito foi habitado pelo menos ao Neolítico, tendo esta presença continuado ao longo das Idades do Cobre, Bronze e do Ferro.[5] O domínio romano ter-se-á iniciado nos princípios do século I, tendo permanecido vários vestígios deste período no concelho, nomeadamente as villae de S. Romão, de S. Francisco e Malk Abraão.[5]

Alta Idade Média e reconquista

Após a queda da civilização romana, o concelho terá continuado a ser habitado ao longo da época visigótica, e depois dominado pelas forças islâmicas.[5] Durante este período destaca-se a construção do Palácio de Água de Peixes, no século XII.[6]

Alvito foi reconquistada pelas tropas cristãs em 1234.[5] Em 1251 foi doada a D. Estêvão Anes, chanceler-mor do reino, pelo rei D. Afonso III e pela família Pestana de Évora.[5] Inicia-se então uma fase de repovoamento e crescimento em Alvito, que chegará a ser um povoado de dimensões consideráveis, segundo os padrões da época.[5] Foi provavelmente também no século XIII que foi construída a Igreja Matriz.[7]

Devido à sua forte ligação com D. Estêvão, o monarca concedeu novos privilégios à vila, como a isenção de impostos, tendo passado por Alvito em 8 de Maio de 1265.[8] D. Estêvão Anes faleceu em 20 de Março de 1279, deixando em testamento a vila para a Ordem da Santíssima Trindade,[8] que logo em 1 de Agosto de 1280 lhe atribui uma carta de foral, de moldes semelhantes à de Santarém.[5] Esta carta de foral foi depois confirmada pelo rei D. Dinis em 1283.[5] No testamento de D. Estêvão Anes também se faz referência a um paço, que não era o Castelo de Alvito, mas um edifício fortificado, formado por várias casas e uma torre, e que provavelmente estava situado na área da Horta das Adegas, nas imediações da Ribeira de Odivelas.[9] A Ordem da Santíssima Trindade também terá sido responsável pela primeira Igreja Matriz de Vila Nova da Baronia.[10]

Gravura do Castelo de Alvito, feita por por João Pedroso na década de 1870.

Séculos XIV a XVII

Em 1387, Alvito é doada a D. Diogo Lobo por D. João I, devido ao seu valioso contributo durante a batalha de Aljubarrota em 1385, e na conquista de Évora aos espanhóis em 1387.[5] A partir desta data e até à queda da monarquia, a vila de Alvito ficou ligada à família Lobo.[5] Em 24 de abril de 1475, o rei D. Afonso V atribuiu o título de barão a D. João Fernandes da Silveira, marido de D. Maria de Sousa Lobo, pelo que Alvito tornou-se na primeira sede de uma baronia em território nacional.[5] Durante esta época, a vila conhece um acentuado crescimento populacional, causado principalmente pela boa situação em que o país então se encontrava, tornando-se num importante centro económico e político na região.[5] Com efeito, segundo os censos de 1527, tinha quase 1700 habitantes e 364 fogos.[5] Como resultado desta fase de desenvolvimento, são realizadas grandes obras, como a construção do Castelo e a reconstrução da Igreja Matriz,[5] ganhando novos edifícios onde se destacam as linhas da arte manuelina.[5] A partir do século XV assiste-se igualmente à construção de várias igrejas e capelas no concelho, tendo nos finais da centúria sido construída a Ermida de São Sebastião, no século XVI foram instaladas a Igreja da Misericórdia de Alvito, a Capela de Nossa Senhora das Candeias, e na década de 1640 foi edificada a Igreja de Santo António.[11] Também se destaca a formação oficial da Santa Casa da Misericórdia de Alvito em 1520, embora tivesse começado a funcionar cerca de um século antes, tendo operado um hospital dedicado às pessoas em situação vulnerável.[12]

Também no século XVI foi instalado o Pelourinho de Vila Nova da Baronia, que em conjunto com o edifício dos antigos Paços do Concelho, constitui um testemunho do período em que aquela vila era a sede de um concelho próprio.[10] Entre os séculos XVI e XVII regista-se a construção de vários monumentos religiosos e civis no município de Vila Nova da Baronia, como a Igreja da Misericórdia, a Ermida de Santo António e a Ponte do Azinhal, além da reconstrução da Igreja Matriz.[10]

Séculos XVIII a XX

Porém, a vila entra numa fase de estagnação entre os séculos XVIII e XIX.[5] Em 1836 o concelho de Vila Nova da Baronia foi extinto, passando a ser uma freguesia de Alvito.[13] Em 15 de Fevereiro de 1864, o concelho passa a estar serviço por caminhos de ferro, com a inauguração do lanço entre Vendas Novas e Beja.[14] Outra importante infraestrutura construída na segunda metade da centúria foi a Escola Conde de Ferreira.[15] Porém, o concelho chegou a ser suprimido entre 1896 e 1898, conforme uma placa no edifício dos Paços do Concelho: «Foi suprimido este concelho em 26 de Junho de 1896 e restaurado em 13 de Janeiro de 1898. Installado em 3 de Fevereiro do mesmo anno».[16]

O processo de decadência continuou ao longo do século XX,[5] apesar da construção de alguns equipamentos estatais, no sentido de melhorar os serviços prestados à população, como uma escola primária feminina nos princípios da centúria.[17] Na obra Album Alentejano, publicada nos princípios da década de 1930, Alvito é descrita como tendo 4479 habitantes, possuindo então algum dinamismo económico ligado à agricultura e pecuária, sendo um centro produtor de azeite, cereais, cortiça, lã, vinhos, frutas, hortaliças e gado.[8] Em meados do século, foi inaugurado o Mercado Municipal de Alvito.[18] Assinala-se igualmente a formação da Associação Humanitária dos Bombeiros de Alvito, em 18 de Abril de 1950.[19]

A crise acentuou-se nas décadas de 1960 e 1980,[5] embora tenham sido feito algumas obras de vulto no concelho na segunda metade do século XX, incluindo a inauguração da Barragem do Alvito em 1977,[20] construída como parte do Plano de Rega do Alentejo,[21] e a conversão do castelo numa pousada em 1993.[22]

Século XXI

No século XXI continuaram a ser instalados novos equipamentos de apoio à população, destacando-se a inauguração da Biblioteca Municipal, em 9 de Outubro de 2004.[23]

Gastronomia

Migas, prato típico da região

As iguarias típicas que podem ser provadas em qualquer um dos restaurantes do município são:

  • Açorda de Cação
  • Migas
  • Ensopado de Borrego
  • Sopa de Beldroegas
  • Feijão com Catacuzes
  • Carrasquinhas

Destaca-se, também, a doçaria regional (pastéis de chila e grão), os licores e, na freguesia de Vila Nova da Baronia, os enchidos da Baronia, e os vinhos da Herdade das Barras e do Monte dos Catacuzes - ALVITUS e BARONIUM.

O evento gastronómico de maior relevo é, desde 2007, o Ciclo Gastronómico "As Ervas da Baronia". Em Fevereiro e Junho realizam-se semanas gastronómicas em que participam os restaurantes do município, oferecendo pratos em torno de espargos, catacuzes e carrasquinhas (na 1ª semana) e beldroegas (na 2ª semana).[24]

Acessibilidades e infraestruturas

A sua situação geográfica de Alvito permite-lhe fácil acesso quer por rede rodoviária quer por rede ferroviária.

A linha ferroviária  que serve o município disponibiliza os serviços de comboios intercidades e regional, que fazem a ligação entre Lisboa e Beja. Neste dois pontos cruzam-se outras linhas da rede ferroviária vindas de diversos pontos do país. Em Beja, faz-se a ligação à linha do Algarve, estabelecendo assim uma ponte de ligação a esta região.

Quanto às vias rodoviárias  é de referir que a vila de Alvito se encontra localizada a 173Km de Lisboa, a 37Km de Beja, a 43Km de Évora, a 198Km de Faro e a 147Km de Badajoz (Espanha). O melhor percurso rodoviário vindo de Lisboa é pela A2 (Ponte 25 de Abril) ou pela A12 (Ponte Vasco da Gama), seguindo pela A6 em direção a Évora. Depois, deverá seguir pela EN254 até Viana do Alentejo, para finalizar com a passagem pela EN257 até Alvito.[25]

Cultura

  • Biblioteca Municipal
  • Centro Cultural de Alvito
  • Centro Cultural de Vila Nova da Baronia

Património

Igreja da Misericórdia e Capela de Nossa Senhora das Candeias

Alvito

Vila Nova da Baronia

Evolução da população do município

★ Por decreto de 03/04/1871, a freguesia de Torrão, que pertencia ao concelho de Alvito, passou a fazer parte do de Alcácer do Sal, do distrito de Setúbal.

★★ Por decreto de 17/10/1876, a freguesia de Odivelas, também pertencente ao concelho de Alvito, passou a fazer parte do concelho de Ferreira do Alentejo.

Número de habitantes [26]
1864187818901900191119201930194019501960197019811991200120112021
2 7382 8042 8333 0653 9763 9704 5565 6165 5064 8503 3762 9682 6502 6882 5042 280
Número de habitantes por Grupo Etário [27] [28]
1900191119201930194019501960197019811991200120112021
0-14 Anos9751 4361 3561 5451 8381 6611 278840569444350325293
15-24 Anos5486697498451 043970908435397288355261234
25-64 Anos1 3621 7661 5901 8082 4032 3932 2891 7601 4341 2561 2491 2121 068
= ou > 65 Anos220237277280333367375430568662734706685

(Obs.: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população presente no município à data em que eles se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente.)

Política

Eleições autárquicas [29]

Data%V%V%V%V%V%V%V%V%VParticipação
PSFEPU/APU/CDUADPPD/PSDCDS-PPPPMINDPSD/CDSA
197648,99343,612
73,61 / 100,00
197913,39-49,74334,222ADADAD
84,66 / 100,00
198213,33-47,68333,302
82,24 / 100,00
198539,90255,453
77,35 / 100,00
198924,39133,39237,832
76,12 / 100,00
199330,21232,52230,0914,17-
76,73 / 100,00
199733,82245,00314,12-1,41-
74,73 / 100,00
200145,37232,17216,3712,22-
72,29 / 100,00
200521,77120,85120,301ADADAD33,762
75,59 / 100,00
200933,40234,08229,601
75,71 / 100,00
201331,14245,202CDS-PPPPD/PSD19,141
70,38 / 100,00
201731,78249,05310,92-1,99-
68,50 / 100,00
202149,66334,262CDS-PPPPD/PSD11,77-PSD/

CDS

69,44 / 100,00

Eleições legislativas

Data%
PCPPSPSDCDSUDPAPU/

CDU

ADFRSPRDPSNBEPANPSD
CDS
LCHIL
197640,8625,8611,686,791,81
1979APU18,15ADAD1,5745,9527,32
1980FRS1,0843,0231,0617,83
198324,8615,966,190,8845,09
198515,0625,301,480,9038,4012,36
1987CDU15,6032,642,370,9834,954,45
199124,7536,401,8226,880,810,75
199541,0418,902,261,2230,89
199942,5417,734,4029,550,211,10
200240,0224,095,0524,011,71
200547,0815,623,2824,544,07
200932,1518,877,6227,798,27
201129,1227,849,2522,412,630,83
201537,09CDSPSD22,298,610,3422,980,43
201937,6914,181,8221,587,902,031,424,760,51
2022[30]43,3916,880,2714,373,660,890,8013,042,41
2024[31]28,55ADAD13,0617,196,811,381,5424,820,97

Personalidades

Heráldica

Brasão: Escudo de prata com um castelo composto de um pano de muralha ladeado por duas torres circulares a azul. Em chefe, um ramo de oliveira e um ramo de azinheira, ambos a verde frutados de negro, cruzados em ponta e atados a vermelho. Em contra-chefe, duas faixas ondadas a azul entre um arco de ponte a negro realçada de prata. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com legenda a negro: "VILA DE ALVITO".[32]
Bandeira: De fundo azul. Cordões e borlas de prata e azul. Haste e lança de ouro.[32]

Geminações

A vila de Alvito é geminada com a seguinte cidade:[33]

Ver também

Referências

  1. ↑ Ir para:a b INE (2012). Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Alentejo (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 100. ISBN 978-989-25-0182-6. ISSN 0872-6493. Consultado em 27 de julho de 2013
  2. ↑ Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013». Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28 de novembro de 2013. Arquivado do original (XLS-ZIP) em 9 de dezembro de 2013
  3. ↑ INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_ALENTEJO". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27 de julho de 2013
  4. ↑ Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  5. ↑ Ir para:a b c d e f g h i j k l m n o p q r «Síntese histórica». Câmara Municipal de Alvito. Consultado em 30 de Setembro de 2023
  6. ↑ «Apresentação». Junta de Freguesia de Alvito. Consultado em 1 de Outubro de 2023
  7. ↑ MENDONÇA, Isabel (2000) [1993]. «Igreja Paroquial de Alvito / Igreja de Nossa Senhora da Assunção». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção-Geral do Património Cultural. Consultado em 30 de Setembro de 2023
  8. ↑ Ir para:a b c «Concelho de Alvito». Album Alentejano: Distrito de Beja. Lisboa: Imprensa Beleza. 1931. p. 64-66. Consultado em 30 de Setembro de 2023 – via Biblioteca Digital do Alentejo
  9. ↑ ALÇADA, Margarida; MENDONÇA, Isabel; AVELLAR, Filipa; CONTREIRAS, Margarida (2013). «Castelo de Alvito / Paço de Alvito / Pousada de Alvito». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção-Geral do Património Cultural. Consultado em 7 de Outubro de 2023
  10. ↑ Ir para:a b c «Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção». Locais de Interesse (Património). Junta de Freguesia de Vila Nova da Baronia. Consultado em 8 de Outubro de 2023
  11. ↑ «Locais de Interesse (Património)». Junta de Freguesia de Alvito. Consultado em 30 de Setembro de 2023
  12. ↑ «História». Santa Casa da Misericórdia de Alvito. Consultado em 27 de Setembro de 2023
  13. ↑ «A História da nossa freguesia». Junta de Freguesia de Vila Nova da Baronia. Consultado em 1 de Outubro de 2023
  14. ↑ TORRES, Carlos Manitto (1 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 70 (1683). Lisboa. p. 76-78. Consultado em 1 de Outubro de 2023 – via Hemeroteca Municipal de Lisboa
  15. ↑ TERENO, Paula (2015). «Antiga Escola Primária Masculina do Alvito / Escola Conde de Ferreira». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção-Geral do Património Cultural. Consultado em 7 de Outubro de 2023
  16. ↑ FALCÃO, José; PEREIRA, Ricardo (1996). «Câmara Municipal do Alvito». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção-Geral do Património Cultural. Consultado em 7 de Outubro de 2023
  17. ↑ COSTA, Patrícia (2002). «Antiga Escola Primária Feminina do Alvito / Escola Básica do 1.º Ciclo do Alvito». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção-Geral do Património Cultural. Consultado em 7 de Outubro de 2023
  18. ↑ GORDALINA, Rosário (2007). «Mercado Municipal». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção-Geral do Património Cultural. Consultado em 7 de Outubro de 2023
  19. ↑ «60 anos dos Bombeiros Voluntários de Alvito» (PDF). Boletim Municipal de Alvito (1). Alvito: Câmara Municipal de Alvito. Abril de 2010. p. 13. Consultado em 10 de Outubro de 2023
  20. ↑ «Barragem do Alvito». Comissão Nacional Portuguesa das Grandes Barragens. Agência Portuguesa do Ambiente. Consultado em 1 de Outubro de 2023
  21. ↑ «O Plano de Rega do Alentejo» (PDF). Revista 25 de Abril (11). Lisboa: Secretaria de Estado da Emigração. Junho de 1976. p. 9. Consultado em 1 de Outubro de 2023 – via Hemeroteca Municipal de Lisboa
  22. ↑ «Aqui vai dormir no quarto dos primeiros barões do País e comer nas masmorras». New in Setúbal. 5 de Setembro de 2023. Consultado em 1 de Outubro de 2023
  23. ↑ FERREIRA, Teresa (2012). «Biblioteca do Alvito / Biblioteca Municipal Luís de Camões». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção-Geral do Património Cultural. Consultado em 7 de Outubro de 2023
  24. ↑ «Comer - Município de Alvito». www.cm-alvito.pt. Consultado em 4 de julho de 2017
  25. ↑ «Localização - Município de Alvito». www.cm-alvito.pt. Consultado em 4 de julho de 2017
  26. ↑ Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
  27. ↑ INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  28. ↑ INE - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_indicadores&indOcorrCod=0011166&contexto=bd&selTab=tab2
  29. ↑ «Concelho de Alvito : Autárquicas Resultados 2021 : Dossier : Grupo Marktest - Grupo Marktest - Estudos de Mercado, Audiências, Marketing Research, Media». www.marktest.com. Consultado em 1 de janeiro de 2022
  30. ↑ «Eleições Legislativas 2022 - Alvito». legislativas2022.mai.gov.pt. Consultado em 27 de novembro de 2023
  31. ↑ «Eleições Legislativas 2024 - Alvito». legislativas2024.mai.gov.pt. Consultado em 16 de março de 2024
  32. ↑ Ir para:a b «Ordenação heráldica do brasão e bandeira de Alvito». www.ngw.nl. Consultado em 4 de julho de 2017
  33. ↑ «Geminações de Cidades e Vilas - Alvito». www.anmp.pt. Consultado em 4 de julho de 2017

Ligações externas

O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre a vila e o concelho de Alvito

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