Boa tarde,
Esta quinta-feira é celebrado mais um Dia Internacional da Mulher. Por isso, publicamos no Expresso Diário desta quarta-feira vários artigos sobre o assunto.
Sabe, por exemplo, quantos dias por ano as portuguesas (com emprego) trabalham sem serem remuneradas? A Raquel Albuquerque dá a resposta – e não é um mês, nem dois… E em que sectores trabalham as que têm mais dificuldades em conciliar a vida profissional e familiar? A Marta Gonçalves diz. E a história de “Filipa”, uma das muitas “Filipas” em todo o país discriminadas no emprego por ficarem grávidas ou serem mães? A Christiana Martins recolheu o seu depoimento. E como analisa as diferenças, discriminações e a situação das portuguesas a Comissária Europeia para a Igualdade? A Susana Frexes entrevistou-a.
O segundo tema principal desta edição é sobre a investigação e-toupeira - a comunicação a figuras do Benfica de dados sobre processos em segredo de justiça envolvendo o clube -, onde há uma figura sobre a qual os investigadores querem saber tudo, porque era ele que tinha a chave mestra para aceder a essas informações – e não era o assessor jurídico do clube. O Hugo Franco, o Pedro Candeias e o Rui Gustavo dizem quem é e que importância teve – e tem, agora para as autoridades – esse homem e em que ponto está a investigação ao e-toupeirismo encarnado.
O número de patentes atribuídas a Portugal triplicou desde 2014. Esta é uma das conclusões que o Paulo Paixão retirou do relatório anual do Instituto Europeu de Patentes, que esteve a dissecar – e sobre o qual dá nota de outros dados interessantes.
Pode um robô roubar-lhe o emprego? A Cátia Mateus dá a resposta (im)possível no artigo de jornalismo de dados da série 2:59 Para Explicar o Mundo desta quarta-feira – no qual até co-apresenta o artigo com o nosso… robô, chamado "Laura".
O Banco Central Europeu tem esta quinta-feira uma reunião que devia ser importante. Mas já não o é, por 4 razões. O Jorge Nascimento Rodrigues diz quais são.
Quarta-feira, dia de Expresso Longo. Antes de escrever sobre muitas outras coisas, o Henrique Monteiro começa-o dizendo que a Saúde tem um custo que não tem preço – discorrendo depois sobre o que quer dizer com isso e porque é que devemos refletir sobre o assunto.
Na opinião, o João Vieira Pereira denuncia “Hipocrisias”, o Daniel Oliveira diz que é preciso “Defender o monopólio de violação do segredo de justiça” e o Henrique Raposo escreve sobre a importância de “Aron”.
Boas leituras e um bom resto de dia, sem hipocrisias, monopólios ou robôs a roubar-lhe o emprego
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