|
|
Bem-vindo
Recupero esta segunda-feira a investigação da RTP sobre um herbicida que está a ser utilizado em Portugal e que pode provocar cancro. Um caso revelado no programa Linha da Frente que já levou o ministro da Agricultura a admitir a proibição do glifosato. O que é? Onde está a ser utilizado? E agora? Olhamos também para o uso, por muitos considerado abusivo, de psicofármacos em crianças.
|
|
|
|
 |
Voltou a subir esta segunda-feira o preço dos combustíveis. Em média, tanto a gasolina como o gasóleo registaram aumentos de dois cêntimos por litro, para o valor mais elevado dos últimos oito meses. Desde o início do ano os preços já somam mais de dez cêntimos face ao final de 2015. Por cumprir está a promessa do Governo de baixar o Imposto sobre Produtos Petrolíferos por cada aumento de 4,5 cêntimos, como escreve aqui a Ana Sanlez.
|
|
|
|
 |
São números preocupantes. Em 2015 as crianças portuguesas até aos 14 anos consumiram mais de cinco milhões de comprimidos relacionados com a hiperatividade e défice de atenção. São dados revelados pela Direção-Geral da Saúde sobre a saúde mental em Portugal. Os médicos alertam para o uso abusivo destes medicamentos e para as consequências destes fármacos nos mais novos. Até porque muitos diagnósticos não se confirmam, uma vez que são baseados apenas em sintomas. Já em 2015 a grande reportagem da RTP alertava para o problema, por causa de um medicamento, considerado um psicotrópico, que podia originar efeitos secundários graves. Veja aqui.
|
|
|
|
 |
São efeitos da grande reportagem da RTP – Linha da Frente – que revelou este fim de semana que há portugueses contaminados com glifosato. Um herbicida potencialmente cancerígeno e que foi detetado com valores elevados no norte e centro do país. O ministro da Agricultura já admitiu proibir o uso deste herbicida em meio urbano. Veja ou reveja aqui toda a investigação da RTP e reações a este caso.
|
|
|
|
Em entrevista à Antena 1, a presidente da Comissão Nacional de Proteção de Dados afirmou que a videovigilância é ineficaz no combate ao terrorismo praticado pelo autoproclamado Estado Islâmico. Porquê? Por causa da forma como atua. Ou seja, neste caso, os terroristas querem que os atentados sejam gravados e se tornem visíveis. Filipa Calvão critica também o registo europeu de dados de passageiros porque deixa de fora os voos privados e os voos charter. Diz ainda que tem um problema de base porque parece indicar que “todos nós temos um potencial de pôr em perigo a sociedade e a segurança do Estado”.
|
|
|
|
 |
As autoridades espanholas têm informações de que, após os atentados de Paris e Bruxelas, houve um fluxo de radicais muçulmanos para Espanha. Estão a ser monitorizados pelos serviços secretos. Embora estes elementos não tenham participado nos ataques, moviam-se nos mesmos círculos que os terrosistas e mantinham contactos com os jihadistas do Estado Islâmico. Terão fugido para Espanha para aliviar a pressão a que estavam sujeitos pela vigilância de Paris e Bruxelas, como conta aqui o Frederico Moreno.
|
|
|
|
 |
Duas semanas depois de chegarem a Roma, os 12 sírios acolhidos pelo Papa no Vaticano estão a adaptar-se a uma nova realidade. A RTP esteve com estes refugiados que deixaram para trás a guerra e os momentos de aflição na fuga no mar. Uma reportagem dos enviados da RTP a Roma, Rosário Salgueiro e Carlos Pinota, que pode ver aqui.
|
|
|
 |
Faz agora cinco anos que forças especiais dos Estados Unidos mataram Osama bin Laden numa operação noturna no Paquistão. Para marcar a data, a CIA lançou no Twitter uma sequência de mensagens como se a operação estivesse a acontecer naquele momento. Veja aqui. Uma ação na rede social que tem sido severamente criticada por vários utilizadores do Twitter. Qual é a sua opinião?
|
|
|
|
|
|
|
|
Sem comentários:
Enviar um comentário