Boa tarde,
O Ministério Público acusa administradores de colégios de desvio de milhões para carros, cruzeiros, jantares e champanhe. No tema de abertura deste Expresso Diário, a Isabel Leiria conta toda a história.
Portugal deve ou não expulsar também diplomatas russos? Há quem defenda que, para não o fazer, “terá de apresentar fortes justificações”. A Soraia Pires e a Helena Bento falaram com quem o diz.
Médicos decidem esta quarta-feira se operam português baleado no ataque em França – no mesmo dia em que haverá uma homenagem de Estado ao gendarme que se trocou por um dos reféns do terrorista e foi morto por ele. O Daniel Ribeiro faz o ponto da situação, explica o que vai passar-se amanhã e conta como o novo herói da França passou 3h37 a negociar a sós com o terrorista que depois o matou.
Portugal paga a segunda eletricidade mais cara da Europa quando ela sai do produtor. Di-lo um relatório da União Europeia sobre o mercado energético europeu, que o Miguel Prado esteve a analisar.
Noutro dos temas desta edição, o Adriano Nobre mostra que as autarquias ainda só estão a regularizar 15% dos precários identificados.
Organizações representativas de polícias e militares entregaram esta terça-feira um documento ao Presidente da República, que veem como o “último reduto” para resolver situações que têm pendentes com o Governo, a principal das quais é o descongelamento de carreiras. A Luísa Meireles e o Hugo Franco dizem o que está em causa e como as partes envolvidas têm lidado com a situação.
Outro protesto foi o dos funcionários do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que iniciaram uma greve de três dias. O Expresso falou com a presidente do sindicato respetivo, Manuela Niza Vieira.
Esta terça-feira cumprem-se 50 anos sobre a morte do carismático oficial soviético que entrou em órbita à volta da Terra, pouco tempo antes de os americanos fazerem o mesmo. O Luís M. Faria relembra o que aconteceu nessa estreia e o que aconteceu depois ao herói da façanha, Yuri Gagarin.
Na opinião, o Ricardo Costa pergunta o que se segue depois de Zenu ter sido constituído arguido, Francisco Louçã escreve sobre “Juízes de gatilho fácil”, o Daniel Oliveira trata de “Prós e Contras”: a ciência não é democrática” e o Henrique Raposo acusa “A voz de Moscovo”.
Boas leituras e um bom resto de dia, sem desvios, expulsões ou precariedades
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